quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

15 coisas boas em 2015


Confesso que eu comecei a escrever esse post no final de Outubro, e estava me sentindo a pessoa mais genial do mundo por pensar em fazer uma lista assim (Buzzfeed, me contrata!). Foi quando em Novembro começaram a aparecer várias postagens desse tipo, e eu descobri que se tratava de uma tag.

Bom, desapontamentos à parte, quis deixar registrado no blog a minha Retrospectiva 2015, ano em que quase não postei no Leve O Que Não Pesa, justamente porque muita coisa aconteceu e, graças a Deus, muita coisa boa! Olhaí o que rolou:


1. Janeiro, Arthur e um Novo Começo

Sabe quando você está decidida a não se apegar a ninguém?! Pois é. Essa minha resolução de ano novo não deu certo.
Eu conheci o Arthur em 2006, um pouco antes de me mudar de Goiás para São Paulo. Pra encurtar a história, nós nos reencontramos em Janeiro desse ano, e digamos que uma paixonite adolescente reacendeu. Claro que de um jeito diferente, depois de termos vivido muitas experiências e amadurecermos muito. Só sei que foi algo inesperado, que se desenrolou muito rápido, e hoje tenho a certeza de que amá-lo foi e é, de longe, a melhor coisa de 2015.



2. Um cabelo cor-de-rosa

Ironicamente, eu nunca fui fã da cor, mesmo quando era pequena. Achava óbvio demais uma menina usar rosa, e até hoje eu sou assim, uma "fugitiva do óbvio". Mas quando vi uma foto de uma garota com um cabelo rosinha claro, foi paixão instantânea. E assim foi: Vi, decidi e fiz. Uma das maiores loucuras que fiz com meu cabelo, que durou por volta de 3 meses, loucura que já me dá saudade.






3. Ballet aos 22

O tópico acima também pode explicar por que eu nunca fiz ballet antes: é óbvio demais. Aquela velha história da família tradicional que decide "minha filha vai fazer aulas de ballet e meu filho vai entrar na escolinha de futebol". E eu, desde pequena, fugia disso. Então, fiquei muito tempo sonhando calada. Sem contar que morria de vergonha de dançar em público. Aí, em 2013, decidi que deixaria essa bobeira de lado e faria o que eu gostaria de fazer. Depois de me estabelecer em Goiás novamente, busquei na cidade escolas que seriam perto da minha casa ou do trabalho, e em fevereiro deste ano comecei a dançar. Está sendo uma experiência única e muito pessoal; uma verdadeira realização.



4. Sorvete

Esse foi, definitivamente, o ano em que mais tomei sorvete na vida. Algo que aprendi com novos amigos e com o Arthur. Quando eu era criança, lembro de ir à sorveteria pouquíssimas vezes. Na verdade, até os 7 anos, lembro de 3 vezes. Minha irmã e eu tínhamos muitos problemas de saúde, na garganta e tal, então eram poucas as chances que tínhamos de tomar. Acho que por isso gosto tanto hoje em dia.






5. Feriado com amigas

Não lembrava quando foi a última vez que fiz algo só com amigas. No meio dos meus círculos de amigos e colegas, sempre têm muitos homens. São poucas as amigas que tenho, e raras as vezes em que saímos juntas, só nós. Foi muito bom e revigorante aproveitar o carnaval com elas, ainda mais num lugar tão maravilhoso que era a cidade e o condomínio onde meus pais moravam.





6. City and Colour no RJ

Esse foi o primeiro show que fui em muito tempo. Não sou uma pessoa de multidões, apesar de curtir muito a experiência da música ao vivo. Como o show do canadense que eu mais amo prometia ser mais tranquilo, com um público pequeno e num ambiente aconchegante, decidi que iria abrir uma exceção. Ninguém da minha família gostou da ideia de eu viajar sozinha pro Rio de Janeiro apenas pra assistir a um show, chegando cedo e passando o tempo perambulando pela cidade e indo à praia, até chegar o horário em que abriam as portas da casa de show, às 21h. Então, levei meu pai comigo. Ele amou o show. Mas disse que, como foi muito cansativo e corrido, nunca mais iria numa dessas aventuras junto comigo. Justo.


7. Viagens

Esse ano viajei bastante. A trabalho, a passeio, de férias... enfim. Fui pra Rio Verde, Jataí, Araguari, Brasília, Santos, Rio de Janeiro, Petrópolis... Conheci muitos lugares novos e, a cada viagem, voltava pra casa com uma vontade ainda maior de colocar o pé na estrada ou no avião.





8. Casamento da minha irmã

O que falar desse casamento que mal passou e já lembro como se fossem há anos atrás?!
Foi um casamento lindo. Sou suspeita pra falar, mas as fotos falam por si, (podem olhar aqui no Pinterest dela, eu deixo!) e mesmo sendo uma época de muito cansaço, correria e muitas preocupações, foi uma época muito feliz, da qual vou me lembrar sempre. E, ah! Fui madrinha! Quer coisa mais especial?!



9. 1 ano em Goiânia

Pra quem não sabe, eu nasci em Goiânia, mas passei a maior parte da minha vida, até agora, na Baixada Santista. Voltei pra Goiás no final de 2013, pro interior, e pra Goiânia no meio de 2014, pra trabalhar. Esse ano fez um ano do meu retorno, e me sinto cada vez mais feliz por todas as coisas que aconteceram em consequência do meu retorno. Era mesmo pra ser.




10. Férias em Petrópolis

Aqui entra outro capítulo Arthur.
Quando a gente voltou a se ver e começou a sair, ele estava apenas de férias em Goiás, porque desde 2013 morava em Petrópolis-RJ. Então, depois de começarmos a namorar e viver uma ponte aérea constante, decidi que seriam lá  as minhas férias. Foi incrível! Estar num lugar novo, frio e com quem amamos, só pode ser bom. É bem diferente de todos os lugares que já conheci, e tenho certeza de que ainda vou voltar lá pra conhecer mais dessa cidade charmosa.


11. Los Hermanos em Brasília

Como disse, não sou uma pessoa de multidões. Mas era Los Hermanos. Fui. Sozinha. E acho que essa foi a melhor ideia que tive, passei por um cansaço e um calor que não quero mais passar tão cedo - talvez nunca mais. Mas foi uma experiência única ver uma das minhas bandas mais amadas de pertinho, e sentir aquela emoção doida, que quem é fã entende. Mais fotos aqui.


12. Novos hobbies

Esse ano eu redescobri meus gostos. Por exemplo, sempre gostei de esportes, mas aprendi com o Arthur a amar o futebol americano, já tenho até um time pra torcer. Também sempre amei artesanato e afins, mas os muitos eventos e festas da família deste ano me ensinaram a amar de paixão coisas DIY e decoração. Sempre gostei de cultura pop e cinema, e os muitos lançamentos audiovisuais de histórias baseadas em HQs despertaram em mim um interesse gigante pelo universo dos quadrinhos. Comecei a comprar e estou começando uma coleção.


13. Primeira apresentação de Ballet

Como eu contei antes, nunca havia feito ballet, nem dançado em público. Então, depois de quase um ano aprendendo e treinando, participei do meu primeiro espetáculo. A coisa mais incrível é que, mesmo sendo uma das poucas que nunca tinha se apresentado, não só dancei, como tive um pequeno pas de deux na coreografia, que eu achava que daria super errado, mas que no final foi ótimo. Meus pais, irmã, cunhado, vó, tia, primos e amor viram tudo, e vê-los na plateia foi uma das partes mais emocionantes. Mais fotos aqui.


14. Natal

Faz pouco tempo que a minha família goiana começou a se reunir para as festividades do Natal, até porque muitos moravam longe e agora moram por aqui, ou sempre passam essa época do ano em Goiás.
Esse ano fomos pra casa de uns tios muito queridos, e tivemos uma noite linda, com direito à história do Natal, canções natalinas, orações, gratidão, emoção, troca de cartões,  muita comida boa e muuuuuita cantoria. Foi um dos Natais mais lindo que já tive, e o que eu mais chorei, tamanha a alegria.




15. Star Wars

Confesso que só decidi que finalmente assistiria SW depois de saber que haveria mais uma estreia este ano, depois de tanto tempo. E, depois de muito relutar, assisti aos filmes antigos e fiquei apaixonada, virei fã mesmo! Esperei a estreia com muita ansiedade, e foi uma emoção maravilhosa ver aqueles créditos subindo e ouvir aquela trilha sonora característica no cinema, em pleno 2015. Já quero mais!





Eu não tenho nem palavras pra agradecer a Deus pelo ano de 2015.
Foi um ano difícil, em que muita gente foi afetado diretamente pela crise que o nosso país tem sofrido, e foi difícil pra mim também. Mas não posso reclamar de nada. Chego no final de ano com saúde, apesar de todas as complicações que ela sofreu este ano, perto daqueles que amo e com energia pra começar mais uma etapa, encarando muitos desafios e batalhando pelos meus sonhos.
Isso tudo pode parecer muito clichê, mas comemorar o Ano Novo não é algo à toa. A virada do ano é uma real mudança de ciclo, e com todas as mudanças, nós mudamos também, então toda comemoração e reflexão é válida nesta época.

Que o nosso 2016 seja ainda melhor, mais iluminado, cheio de gratidão e amor.
Amém! 

Um comentário:

Hey! :)
Obrigada por ler e comentar no meu blog. Beijinho!